E por mais que eu tentasse nada me fazia esquecer aquele quase aperto de mão...
Ainda que eu soubesse o fato dele não gostar (insisto nessa palavra, pois entre as opções, ainda essa é a melhor) necessariamente de mim, acabavam sempre muitas coisas acontecendo que alimentavam esse meu sentimento .. (sinceramente não sei porque usei o *alimentavam* pois esta é uma concepção errônea da realidade. Não só alimentavam, como alimenta)...
Não sei ao certo se sem querer, ou propositalmente, acabavam acontecendo certos "novos apertos de mão" , beijos um poucos mais longos e diferentes dos comuns (calma diário.. beijos de cumprimentos, hein!), olhares que se juntavam, não importa onde estivéssemos,ou na verdade, algumas encaradas boas..
O motivo pelo qual aconteciam, ou deixavam de acontecer me intrigava (e novamente, me intrigava e ainda intriga!), e querendo ou não, eu me acostumei a viver intrigada com isso...
E essa ladainha foi se repetindo por meses... Os tempos foram mudando... Os sentimentos dele também (pois ele já não mais procurava gostar daquela menina)....
O problema é que os meus não mudavam...
E o estranho é que a situação de olhares constantes, e de umas situações meio estranhas, (nas quais prefiro não citá-las..), não perdiam-se no tempo...
Bem pelo contrário, posso fazer uma lista das meninas que supostamente ele possuía sentimentos, mas se fosse contar as diferenças entre essas situações estranhas entre nós, não haveria muita coisa.
E isso, ia talvez, me fortalecendo vez por vez.., pouco a pouco....
Agora, lembrando, o meu problema foi, apesar de ter visto algumas coisas estranhas vindo dele, eu não acreditei...
Na verdade não foi nem não acreditar, mas acho que eu optei por não ver...
E ainda assim, eu (por mais que todos digam que eu não o fiz) eu inconscientemente forcei uma situação.
Esse foi meu erro.
Tentar mudar aquilo que talvez, se desfaça com o vento.
Mas ainda assim lá estava eu, esperançosa, como sempre...
Ainda que eu soubesse o fato dele não gostar (insisto nessa palavra, pois entre as opções, ainda essa é a melhor) necessariamente de mim, acabavam sempre muitas coisas acontecendo que alimentavam esse meu sentimento .. (sinceramente não sei porque usei o *alimentavam* pois esta é uma concepção errônea da realidade. Não só alimentavam, como alimenta)...
Não sei ao certo se sem querer, ou propositalmente, acabavam acontecendo certos "novos apertos de mão" , beijos um poucos mais longos e diferentes dos comuns (calma diário.. beijos de cumprimentos, hein!), olhares que se juntavam, não importa onde estivéssemos,ou na verdade, algumas encaradas boas..
O motivo pelo qual aconteciam, ou deixavam de acontecer me intrigava (e novamente, me intrigava e ainda intriga!), e querendo ou não, eu me acostumei a viver intrigada com isso...
E essa ladainha foi se repetindo por meses... Os tempos foram mudando... Os sentimentos dele também (pois ele já não mais procurava gostar daquela menina)....
O problema é que os meus não mudavam...
E o estranho é que a situação de olhares constantes, e de umas situações meio estranhas, (nas quais prefiro não citá-las..), não perdiam-se no tempo...
Bem pelo contrário, posso fazer uma lista das meninas que supostamente ele possuía sentimentos, mas se fosse contar as diferenças entre essas situações estranhas entre nós, não haveria muita coisa.
E isso, ia talvez, me fortalecendo vez por vez.., pouco a pouco....
Agora, lembrando, o meu problema foi, apesar de ter visto algumas coisas estranhas vindo dele, eu não acreditei...
Na verdade não foi nem não acreditar, mas acho que eu optei por não ver...
E ainda assim, eu (por mais que todos digam que eu não o fiz) eu inconscientemente forcei uma situação.
Esse foi meu erro.
Tentar mudar aquilo que talvez, se desfaça com o vento.
Mas ainda assim lá estava eu, esperançosa, como sempre...
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